Sociedade de Psicanálise de Brasília
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Ainda em Londres, acompanhando a construção de Brasília pela televisão e fascinada pelas perspectivas novas criadas por tal situação, Virgínia Leone Bicudo sonhou dar sua contribuição à nova capital.

Seu sonho começou a se realizar em 1970, quando aqui chegou para iniciar a análise daquele que viria a ser o primeiro grupo psicanalítico formado em Brasília e, ao mesmo tempo, ministrar seminários na Universidade de Brasília. Esse primeiro grupo era formado por seis psiquiatras: Caiuby de Azevedo Marques Trench, Humberto Haydt de Souza Mello, Luiz Meyer, Ronaldo Mendes de Oliveira Castro, Stela Maris Garcia Loureiro e Tito Nícias Rodrigues Teixeira da Silva.

Devido ao êxito da iniciativa e ao ânimo despertado, logo em seguida a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP), através de seu Instituto de Psicanálise, encampou a nova experiência e passou a enviar os seus professores, semanalmente, para o início daquela que seria a primeira experiência de formação promovida por uma Sociedade filiada à IPA no Brasil, em uma localidade distante da sede. Analistas Didatas e professores de São Paulo, via aérea, bem dentro do espírito de Brasília - como pioneiros - , levaram a Psicanálise a mais de mil quilômetros de distância. Assim surgiu a denominada Sede-Brasília do Instituto de Psicanálise da SBPSP que, devido aos resultados positivos apresentados, serviu como estímulo e modelo para a Associação Brasileira de Psicanálise (ABP), hoje FEBRAPSI - Federação Brasileira de Psicanálise, e demais Sociedades brasileiras iniciarem a formação, em locais distantes, de novos núcleos de difusão da Psicanálise no país.

Para o desenvolvimento do novo núcleo psicanalítico de Brasília, a colaboração de todos os Didatas e professores do Instituto de Psicanálise da SBPSP foi fundamental. Dentre eles, alguns eram verdadeiros entusiastas dessa experiência e a ela se dedicaram sem restrições. É impossível não citar os nomes de Armando Ferrari, Gecel Luzer Szterling, Cesar Augusto Ottalagano e Felix Gimenes, que exerceu funções didáticas de 1978 a 1985.

Da mesma forma, todas as Diretorias da SBPSP jamais negaram sua atenção e dedicação à solidificação daquele grupo pioneiro, desde o seu início até hoje. A experiência iniciada em Brasília foi contagiante. Das quatro Sociedades existentes antes da implantação do grupo pioneiro na Capital Federal, atualmente, contando-se também os Grupos de Estudos e os Núcleos, já são mais de vinte as entidades psicanalíticas criadas no Brasil.

Em dezembro de 1994, a Sede-Brasília foi oficialmente reconhecida pela International Psychoanalytical Association (IPA) como Grupo de Estudos de Psicanálise de Brasília – GEPB. Nesse processo de crescimento, o GEPB foi assistido de maneira dedicada e inestimável pelo Sponsoring Committee da IPA, formado pela Dra. Maria Isabel Siquier, de Buenos Aires, Dra. Fanny Schkolnik, de Montevidéu, e pelo Lic. Jorge Olagaray, de Mendoza, que realizaram sua última visita oficial a Brasília no mês de fevereiro de 1999. Em julho de 1999, o GEPB foi alçado, pela IPA, à condição de Sociedade de Psicanálise de Brasília (Provisória). Em 2004, tornou-se Sociedade componente da IPA.

Mais de 100 analistas já fizeram (ou ainda estão fazendo) sua formação na Sociedade de Brasília. Veja a lista aqui e aqui.

O Grupo de Estudos Psicanalíticos de Goiânia, filiado à IPA e à Febrapsi, patrocinado pela SPBsb, foi fundado em 1997.



Objetivos

A Sociedade de Psicanálise de Brasília tem como objetivos aqueles que são os da IPA, isto é, promover o estudo, a pesquisa, o desenvolvimento e a aplicação da Psicanálise criada por Sigmund Freud.

Cabe-lhe, para tanto, segundo os seus Estatutos:

  • estimular a união entre seus membros no sentido de adquirir, desenvolver, difundir e aplicar conhecimentos psicanalíticos;
  • contribuir para a coletividade, opinando e atuando junto aos poderes públicos em questões que digam respeito à formulação e à aplicação dos programas de saúde, especialmente os de saúde mental, desde que isso seja compatível com seus objetivos; manter um Departamento de Publicações;
  • manter intercâmbio e cooperar com a Associação Psicanalítica Internacional (IPA) e com sociedades e associações que dela fazem parte, como também com a Febrapsi, promovendo e estimulando o intercâmbio cultural e científico;
  • zelar pelos interesses e direitos dos psicanalistas, participando da elaboração de uma legislação adequada à prática psicanalítica no País;
  • prestar assistência social, desde que possível, em caso de necessidade de qualquer um de seus membros;
  • criar e manter um Instituto de Psicanálise próprio, órgão destinado a promover os meios para formar e qualificar, em todos os seus diferentes estágios, seus candidatos a psicanalistas.

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